segunda-feira, 19 de outubro de 2009
instante
Suficientemente raros são momentos cuja delineada duração é tão longa quanto achas que deveria ser. Às pressas, teus instantes comuns ocorrem demasiadamente repentinos, os mais saborosos, terminam sem que percebas a sutileza de ínfimos ponteiros suavemente movendo em teu cristalino relógio. Em evidente oposição, vêm a ti os mais presentemente dolorosos, nos quais um único segundo parece tirar-te cada remanescente faísca de existência. Questiona. Haverá possível modo de deliberadamente retroceder, reviver, tão preciosos instantes? Pesada e sufocantemente estagnado com inconveniente fardo? Sê-lo-á. Meras consequências de um não mais importante, deveras desmerecido, e mesmo despercebido tempo. Avançar.
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de classe, realmente
ResponderExcluirlindo ;;
ResponderExcluirlindo ;; adorei o tema, o tempo *-*
ResponderExcluirai que poeta nato
ResponderExcluirque coisa mais limds ;;
ResponderExcluirNão é apenas minha incompetência crítica que me impede de postar aqui uma apreciação mais clarividente sobre tudo que escreves, já que a cada instante me vicio mais em suas palavras. És perfeito nos ínfimos detalhes.
ResponderExcluirAi amei ;;
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